Insights & Publicações
Guias sobre análise fundamentalista, factor investing e investimento quantitativo na bolsa brasileira.
Por pergunta
- Estratégias — Como transformar indicadores em uma carteira com regra clara?
- Fundamentos contábeis — O que são os números que todos os outros indicadores usam?
- Valuation — A ação está cara ou barata pelo que a empresa entrega?
- Rentabilidade — A empresa transforma capital em lucro de forma eficiente?
- Endividamento e liquidez — A empresa aguenta o próximo ano sem aperto de caixa?
- Crescimento — O que a empresa entrega está aumentando de verdade?
- Dividendos — Quanto de caixa volta para o acionista — e isso é sustentável?
Todos os guias
- Juros sobre capital próprio (JCP): o que é e o que mudou em 2026 — Juros sobre capital próprio (JCP) é a forma de remunerar o acionista que permite à empresa deduzir o valor distribuído do próprio imposto de renda.
- Demonstração do fluxo de caixa: os três blocos e o que cada um diz — A demonstração do fluxo de caixa mostra por onde o dinheiro entrou e saiu no período, dividido em três blocos: operação, investimento e financiamento.
- Balanço patrimonial: como ler o que a empresa tem e o que ela deve — O balanço patrimonial mostra, numa data específica, tudo o que a empresa tem, tudo o que ela deve e o que sobra para os sócios depois de pagar as contas.
- Lucro líquido: o que é, como se calcula e por que ele engana — O lucro líquido é o que sobra da receita depois de descontar absolutamente tudo: custos, despesas operacionais, depreciação, juros da dívida e impostos.
- EBITDA: o que é, como calcular e por que Buffett desconfia dele — O EBITDA é o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, em inglês, Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization.
- Liquidez seca: solvência sem contar com o estoque — A liquidez seca mede se a empresa consegue pagar suas obrigações de curto prazo sem precisar vender o estoque.
- Margem bruta: o que ela revela sobre poder de preço — A margem bruta mostra quanto sobra de cada real vendido depois de pagar apenas o custo de produzir ou adquirir o que foi vendido.
- Fluxo de caixa livre: o dinheiro que realmente sobra — O fluxo de caixa livre é o que resta do caixa gerado pela operação depois de pagar os investimentos necessários para manter e expandir o negócio.
- EBIT (LAJIR): o que é, como calcular e por que ele é o que importa — O EBIT é o lucro que a operação da empresa gera antes de pagar juros e impostos. Em português, LAJIR: Lucro Antes dos Juros e do Imposto de Renda.
- Dividend Yield: o que ele realmente diz sobre uma ação — O Dividend Yield mostra quanto a empresa distribuiu em proventos nos últimos doze meses em relação ao preço atual da ação.
- Cobertura de Juros: o lucro operacional cobre a dívida? — A cobertura de juros mostra quantas vezes o lucro operacional da empresa cobre a despesa financeira do período. Uma cobertura de 5x significa que o EBIT é cinco vezes maior que os juros a pagar.
- Liquidez Corrente: a empresa paga as contas do próximo ano? — A liquidez corrente compara o que a empresa tem para receber e converter em dinheiro no próximo ano com o que ela precisa pagar no mesmo período.
- Patrimônio/Ativos: estrutura de capital em um número — A relação Patrimônio Líquido/Ativos mostra que fatia de tudo o que a empresa tem pertence de fato aos sócios, e não a credores.
- P/L (Preço/Lucro): o múltiplo mais usado para avaliar ações — O P/L (Preço/Lucro) mostra quantos anos de lucro atual você paga ao comprar uma ação. Um P/L de 8 significa que, mantido o lucro de hoje, a empresa levaria oito anos para devolver o valor investido.
- Margem Líquida: quanto sobra para o acionista — A margem líquida mostra quanto de cada real de receita chega ao acionista como lucro. Uma margem de 12% significa que, de R$ 100 vendidos, R$ 12 sobraram depois de todos os custos, despesas, juros e impostos.
- Crescimento do Fluxo de Caixa Livre: o melhor sinal de qualidade — O crescimento do fluxo de caixa livre mede se o dinheiro que efetivamente sobra para a empresa vem aumentando ao longo dos anos.
- CAGR de Lucro e Receita: medindo crescimento de verdade — O CAGR (taxa composta de crescimento anual) transforma a variação entre dois pontos no tempo em uma taxa média anual equivalente.
- Earnings Yield: o inverso do P/L que clareia decisões — O Earnings Yield é o inverso do P/L: em vez de dizer quantos anos de lucro você paga, ele diz quanto o lucro representa sobre o preço, em percentual.
- Margem EBITDA: a rentabilidade operacional sem ruído — A margem EBITDA mostra quanto de cada real de receita vira caixa operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização.
- P/VP (Preço/Valor Patrimonial): como avaliar bancos e cíclicas — O P/VP (Preço/Valor Patrimonial) compara o preço da ação com o valor contábil do patrimônio por ação. Um P/VP de 1,0 significa que o mercado paga exatamente o que está registrado no balanço.
- Dívida Líquida/EBITDA: o teste de fôlego financeiro — A relação Dívida Líquida/EBITDA responde quantos anos de geração de caixa operacional seriam necessários para quitar a dívida da empresa. O caixa que ela já tem entra descontado.
- Payout: quanto do lucro vira dividendo e por que isso importa — O payout mostra que fatia do lucro a empresa distribuiu aos acionistas. Um payout de 50% significa que metade do lucro virou dividendo e a outra metade ficou na companhia para reinvestimento ou reforço de caixa.
- ROIC: o indicador que mede qualidade de verdade — O ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) mede quanto lucro operacional a empresa gera para cada real de capital efetivamente empregado no negócio.
- P/FCF (Preço/Fluxo de Caixa Livre): valuation pelo dinheiro real — O P/FCF compara o valor de mercado da empresa com o fluxo de caixa livre. É o dinheiro que sobra depois de pagar as contas operacionais e investir na manutenção e expansão do negócio.
- ROE (Retorno sobre Patrimônio): o termômetro da rentabilidade — O ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) mede quanto de lucro a empresa gera para cada real de capital dos acionistas.
- EV/EBIT: o múltiplo da Fórmula Mágica de Joel Greenblatt — O EV/EBIT divide o Enterprise Value (valor de mercado mais dívida líquida) pelo lucro operacional. Ele responde quanto custa comprar a operação inteira da empresa, dívida incluída, em relação ao que ela produz antes de juros e impostos.
- ROA (Retorno sobre Ativos): a eficiência sobre o balanço inteiro — O ROA (Retorno sobre Ativos) mede quanto lucro a empresa gera para cada real de ativo no balanço, sem separar o que veio de capital próprio ou de terceiros.
- EV/EBITDA: o múltiplo favorito da análise profissional — O EV/EBITDA relaciona o valor da firma com a geração de caixa operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização.
- Magic Formula: o método de Greenblatt aplicado à bolsa brasileira — A Magic Formula, ou Fórmula Mágica, é uma estratégia de investimento criada por Joel Greenblatt que ranqueia ações por dois critérios.
- Factor Investing: escolher ações por fatores, não por palpite — Factor investing é a estratégia de escolher ações por características mensuráveis. Esses fatores historicamente se associaram a retorno acima da média do mercado.